Já tentaram explicar o que é o binário do motor aos vosso filhos e filhas? Não procurem mais. Este livro é simplesmente fa-bu-loso :)
O Richard Hammond (aka The Hamster) provavelmente só deve ter dado a cara para levar os pais a folhear o livro, a verdade é que o conteúdo é absolutamente genial.
Simples, claro, apelativo, divertido e excitante. Apenas isso. Leiam o livro com os miúdos e vão aprender imenso. Adultos e crianças.
São os melhores 10 eurinhos que já gastei no DIa Mundial da Criança.
A gota de água foi mais um convite recebido do género:
"XXXX has invited you to join the group Donas de casa com aventais às bolinhas"
Bastam cinco minutos de acompanhamento de ombro de um colega durante uma sessão de Facebook, Hi5 ou coisa parecida para entender a origem do problema. É o malfadado "Send to all". Cada quiz, cada link, cada tarefa concluída acaba com o invariável convite para cuspir o convite ao redor.
Esta "arquejante" vontade de fazer "broadcast to all" de tudo e mais alguma coisa é mais um dos gloriosos #fail das redes sociais. Mas passa pela cabeça de alguém dirigir um convite (seja ele qual for) para a totalidade dos seus amigos? Mesmo que eles fossem todos góticos metaleiros do sexo masculino com nomes começados por X, certamente que haveriam diferenças entre eles.
Fica a sugestão aos autores da próxima e moderníssima rede social que seja criada: impeçam o uso do "send to all". Não faz sentido. É idiota e é demasiado socialista.
Algumas Apps do Facebook tentam ser mais inteligentes vá lá... Enviar o quiz apenas a quem já tenha respondido a quizes... Ainda assim, podia estar a fazer um quiz sobre alhos e eles a responder a bugalhos.
Mais divertido é a segmentação aleatória. É a versão cuspo. A torto e a direito.
Mas a cereja no topo é a ausência de opção para NÃO enviar. Too much.

Ouvi dizer que o SAPO Spot agora estava cheio de quizzes. E até ouvi dizer que podíamos criar os nossos próprios quizes.
A julgar pelo repositório, a coisa promete.
What's your geek chi?
E um sobre "a banda
PS. Não vale vir dizer: "Ah e tal fiz 100% no teu quiz. Fui ao gulgul"
Eis se não quando, o Matusalém se levanta e diz: "Ó da guarda que me roubaram a música".
Ó meus amigos, francamente. Não bastava a polémica do Satriani, os pobres dos Coldplay têm agora que levar com o barbichas do Cat Stevens.
Pensava eu que com o advento da versão web2.0 da música e a miraculosa constatação de que existe um número finito de combinações de notas, estas questiúnculas tinham finalmente sido ultrapasadas. Engano meu. Puro engano.
Será que anda por aí alguém que ande nisto há algum tempo que ainda ouve uma música pop e diz: "eh pa! Isto é mesmo supimpa de novo! Nunca tinha ouvido tal combinação melódica". A verdade é que não há música dos Coldplay que não cheire a esturro. O problema do Chris Martin é que se pôs a jeito com o X&Y e escreveu algures no manual de instruções do CD que algumas frases eram roubadas (como por exemplo dos Kraftwerk - "Computer Love"). É isso e os dólares que os rapazes valem.
O senhor Yusuff acha mesmo que é difícil encontrar músicas anteriores às suas que soam exactamente iguais na construção melódica? É que para cúmulo as cançonetas dele são mesmo daquelas básicas e lineares que a gente aprende a tocar na viola nas primeiras lições.
Olha, sabes que mais ? Get-a-grip rapaz. (o get-a-grip foi roubado dos stranglers). A estrutura melódica deixou de ser a chave da música desde os trovadores da idade média.
A verdade nua e crua rapaz é esta: a tua musiqueta "Foreigner Suite" provoca-me arrepios. É um bom laxante sem dúvida. Ao nível de uma boa Balalaika russa desafinada. É horrível percebes? Já o Viva-La-Vida, não sendo o supra sumo da farinha Amparo, é uma boa canção popular que até sou capaz de ouvir na rádio.
Dito isto, não me parece que haja plágio. Para haver, ambas teriam de me agarrar da mesma maneira.
Finalmente e para quem gosta destas tricas, fica uma breve história do plágio no rock.
Eu não tenho asas!
Sim, aposto que no meu perfil já tens a informação de que gosto de redbull. Mas se fosses realmente esperto, sabias também que tenho um filho que tem horas para chegar à escola.
Se fosses meu amigo, quando eu te peço um itinerário para um sítio estranho em Mem-Martins, devias ter o cuidado de me dar a PUTA DO CAMINHO CERTO EM VEZ DE ME MANDARES USAR UM JETPACK E PASSAR POR CIMA DA IC19 A VOAR!
A não ser, querido Google, que o caminho seja subterrâneo. O facto de no meu perfil teres a informação de que gosto de música underground não devia ser suficiente. Ou ESTÁS A CHAMAR-ME TOUPEIRA SEU &#$25$"!!
Google... You #FAILed me.

Já agora, aqui ficam os resultados dos Acid3 Tests que avaliam a compatibilidade dos browsers com os standards, nomeadamente na componente de Javascript e DOM.
| Chromium 0.1 | Firefox 3.0.8 |
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![]() |
| Opera 9.64 | Safari 3.2.1 |
![]() |
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| Webkit Nightly 42114 | |
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PS:
A explicação para o LINKTEST FAILED do chromium deve estar no facto de ter sido compilado com uma versão mais antiga do Webkit. Outra coisa não faz sentido pois o webkit será o responsável pelo JS e DOM neste browser.
Como ainda não encontrei o santo graal (ou o browser ideal), dei por mim a fazer benchmarking de browsers no meu mac. À falta de melhor, usei Peacekeeper que parece fazer uma boa mix entre performance bruta e cenários de utilização "normal".
Os resultados:

Notas:
O Chrome (alias Chromium) foi compilado com o Webkit trunk@42026. Source do chromium obtida aqui.
O Webkit é a nightly de hoje.
O Firefox correu com todos os add-ons desligados e o Safari é stock do Leopard.
Correu tudo num Macbook Pro 15" 2.4 GHz Intel Core 2 Duo, 4GB Ram.
Bottom line? Apesar de ter 1/3 da performance, continuo a usar o Firefox por causa da extensões. A ver vamos o que sai do modelo de extensões do Chrome.
Bem, se outra prova fosse preciso de que faço muito poucos posts no blog, o simples facto de estar a falar de novo de Formula 1 bastava. Afinal de contas, o último post sobre este tema ainda aparece na lista de posts da homepage duh!
Adiante.
Agora é para falar da BBC. No fundo, o tema é o mesmo. F1 na SportTV versus BBC. Sim, os orçamentos são muito diferentes, mas a SportTV é só para assinantes e a BBC não.
Este ano a BBC raptou a cobertura da Formula1 à iTV. Depois de várias especulações sobre quem iria apresentar as emissões (falou-se mesmo do Jeremy Clarkson), eis que chega o primeiro GP da Austrália e a primeira oportunidade de ver como corriam as coisas.
Vi em directo na SportTV por entre bocejos e de olho entreaberto e não foi só por causa da hora. Lembro-me das vozes dos comentadores, mas não dos seus comentários. Algo de parecido com um sonho desacordado. Até que...
Horas depois, chega-me o video da emissão da BBC. Estou embasbacado. Como diria um amigo meu, B-R-U-T-A-L!
Não vou perder muito tempo a detalhar as coisas. Para isso, procurem vocês mesmos e digam de vossa justiça. Ficam algumas notas:
Martin Brundle, David Coulthard e Eddy Jordan
Entrevistas em vários pontos da pista, junto às curvas e chicanes com explicações detalhadas.
Um comentador a dizer ao outro que "Sim, foi aqui que tive um acidente quando tu me acertaste por trás"
Entrevistas na grelha de partida com vários pilotos, Ross Brawn e até o patrão da Virgin.
Um comedy act do Martin Brundle a passear pela grelha de partida e a brincar com a espionagem às claras dos técnicos da McLaren que olhavam embevecidos e preocupados para a traseira do Brawn Racing.
Mas há mais, muito mais. Como por exemplo o trailer/genérico que a BBC fez para as emissões e que deve ter mais horas de trabalho que a equipa toda da SportTV dedicou à F1 durante o ano.
C'est la diference.
Note-se a "confiança" e o minor FAIL num firefox.
O @suskind já não precisa abandonar a carreira e dedicar-se à pastorícia.
Depois do hype todo, a coisa funcionou mesmo.

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